_EU_ Nunca fui muito de acreditar nas pessoas, talvez, porque elas nunca me deram motivos para acreditar.
Devo lembrar que "somos aquilo que passamos, um dia", de forma relativa, claro. Mas é assim que acontece, com a grande maioria.
Na análise, sempre é dito: "Possa ser que..."; "Mesmo assim..."; "Talvez...". Não se pode ter certeza de algo relativo, a certeza é tida em fórmulas, nada mais. E admito que se não fosse os obstáculos do dia-dia, não teria minha formação como ser-humano. A tristeza nos faz reconhecer a alegria. Porque na maior parte das vezes, o indivíduo não a enxerga como deveria. Uma punhalada do destino, porém, o fará dar mais valor.
Enfim, tento fazer "dos bons momentos", os mais longos possíveis; tento dar vida até aos desenhos, vida às palavras, aos livros. Tento não perder o pouco que me resta do amor à vida.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Agradecimentos...
Pessoal!! queria agradecer pela atenção de vocês. Muito obrigada pelos comentários, sempre que eu puder estarei passando no de vocês, pois adoro ler e conhecer pessoas que apreciam coisas parecidas. É muito importante que aconteça isso.
Um grande abraço à todos!
Um grande abraço à todos!
A vida é vítima das mais diversas interpretações...
A vida! Como ser entendida? Dentre livros, documentários, filosofias. A vida, quando não vivida, só pode ser vista dentro de um caos irredutível. A vida está dentro de cada interpretação humana. "Alguns vivem, outros apenas existem", e assim segue a humanidade.
Algumas pessoas entendem, que o formato dos dedos significam uma das representações do ciclo da vida. Eu prefiro dizer que nunca há uma "descida do indivíduo", e também digo que o tempo só traz novas experiências. Tudo bem, as experiências podem ser representadas pelos próprios erros, mas cada erro serve sempre como mais um degrau para a subida. É tentar apagar com a borracha ou corretivo, ou também deixar escrito e "mudar o roteiro".
É mais ou menos assim, o livro de "Vida - Sobrevivência", não dirá o que significa a vida, especificamente para você, mas é como a vê, o autor. Possa ser que se indentifique, ou simplesmente discorde do ponto de vista.
Bem, e a minha resposta? Caro leitor, para mim, a vida é um hospital, onde os próprios médicos são pacientes. Apenas isso.
Um abraço!
Algumas pessoas entendem, que o formato dos dedos significam uma das representações do ciclo da vida. Eu prefiro dizer que nunca há uma "descida do indivíduo", e também digo que o tempo só traz novas experiências. Tudo bem, as experiências podem ser representadas pelos próprios erros, mas cada erro serve sempre como mais um degrau para a subida. É tentar apagar com a borracha ou corretivo, ou também deixar escrito e "mudar o roteiro".
É mais ou menos assim, o livro de "Vida - Sobrevivência", não dirá o que significa a vida, especificamente para você, mas é como a vê, o autor. Possa ser que se indentifique, ou simplesmente discorde do ponto de vista.
Bem, e a minha resposta? Caro leitor, para mim, a vida é um hospital, onde os próprios médicos são pacientes. Apenas isso.
Um abraço!
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Perdi o sentido...
Sim, perdi o sentido e agora estou mais louca do que um dia pensei estar. Me enganei, quando pensei estar enganada; chorei, talvez por pensar tanto na morte. Se estou fisicamente doente, eu não sei, mas a minha alma a cada dia piora, talvez ela se apresse em falar que eu a aprisiono, que eu não zelo por ela, simplesmente que eu a abandono, por não ser capaz de lutar por ela.
Me afogo em xícaras de café, em livros empoeirados, em chás gelados, em sonetos de falecidos. Danço mentalmente as músicas melancólicas, vestidas de seus refinados tecidos. Me perdi na linha reta, nem sequer cheguei a dobrar, nem mesmo passei para outra rua, justamente pelo medo de errar. E me perdi na direção, me enganei quando pensei me enganar, voltei dois passos no asfalto, é quando o sol só faz esquentar. Chorei na trilha, engoli o último suspiro, levantei e comecei a caminhar.
Ora, simplesmente perdi o sentido, até as palavras se desviaram, se misturaram, não voltam ao seu lugar, me enrolam como se quisessem mesmo falar. Mas elas não respondem, só brincam de esconde-esconde. E agora? Vou ler, vou pensar, vou me deitar.
Me afogo em xícaras de café, em livros empoeirados, em chás gelados, em sonetos de falecidos. Danço mentalmente as músicas melancólicas, vestidas de seus refinados tecidos. Me perdi na linha reta, nem sequer cheguei a dobrar, nem mesmo passei para outra rua, justamente pelo medo de errar. E me perdi na direção, me enganei quando pensei me enganar, voltei dois passos no asfalto, é quando o sol só faz esquentar. Chorei na trilha, engoli o último suspiro, levantei e comecei a caminhar.
Ora, simplesmente perdi o sentido, até as palavras se desviaram, se misturaram, não voltam ao seu lugar, me enrolam como se quisessem mesmo falar. Mas elas não respondem, só brincam de esconde-esconde. E agora? Vou ler, vou pensar, vou me deitar.
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